Tudo na vida tem um princípio e um fim...Este projecto, "Prémio Litterarius", como foi inicialmente concebido, chegou ao seu fim. Esgotou.se. Cansámo.nos de desistências. E, sobretudo, não gostamos de receber ou dizer adeus.
a literatura tem as suas raízes no que pertence ao homem e garante à incerta aventura humana a mais profunda dimensão
Tudo na vida tem um princípio e um fim...publicado por prémio litterarius
E ,de Britiande ,chegam.nos as primeiras novas sobre Litterarius.
Estela Guedes escreve ,como só ela sabe fazê.lo ,em triplov
publicado por prémio litterarius
Mas nós somos gratos...
À Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de S. Bartolomeu de Messines e São Marcos da Serra.
À Câmara Municipal de Silves.
À Junta de Freguesia de Silves.
Aos Poetas, aos Contadores, aos Estetas.
Aos Sonhadores.
À FNAC - Algarve - por nos proporcionar um novo desvendar, um outro mistério, um espaço em que os astros maiores se entrelaçam.
Hoje, 26 de Maio de 2007, a Revista Litterarius abre-se ao Ser/Palavra
publicado por prémio litterarius
" Saúdo e felicito os concorrentes ao Prémio Litterarius 2007 aos quais foram atribuidos, por unanimidade, o Prémio Único e Menções Honrosas.
Lamento que graves motivos de ordem familiar me tenham impossibilitado de, na qualidade de Presidente de Júri, me encontrar presente na cerimónia de entrega dos prémios, neste dia em que se homenageia a palavra escrita e se reafirma a oportunidade e excelência do Prémio Litterarius.
Conto com a compreensão, que agradeço antecipadamente, dos Premiados, do Presidente do Racal Clube, Dr. Jorge Pereira, da Maria Gabriela, directora do Prémio Litterarius e das minhas colegas de júri, Drª Esmeralda Alves, Drª Paula Bravo e secretária Dª Hélia.
Apresento aos Premiados os votos de continuação de sucesso na sua actividade literária.
A todos os presentes agradeço a participação neste momento de festa e de cultura que é a entrega do Prémio Litterarius 2007 e afirmo que estou convosco em espírito e solidariedade.
Minhas Senhoras,
Meus Senhores,
Caros Amigos
Creio nos anjos que andam pelo mundo,
Creio na deusa com olhos de diamantes,
Creio em amores lunares com piano ao fundo,
Creio nas lendas, nas fadas, nos atlantes
(...)
Natália Correia, Sonetos Românticos.
Em nome de uma mesma identidade literária, nós, o júri e a direcção do Prémio Litterarius agradecemos a presença de todos vós, nesta Cerimónia de Encerramento do Prémio Litterarius 2007.
E estendemos os agradecimentos, também, aos nossos colegas do Racal Clube - seus dirigentes e secretárias.
À Câmara Municipal de Silves e à Junta de Freguesia de Silves.
À Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de São Bartolomeu de Messines e São Marcos da Serra.
E, sobretudo, porque os últimos são os primeiros, a todos os Concorrentes do Prémio Litterarius 2007, Poetas, Contadores e Desenhadores, sem rosto e sem nome, que nos deixaram presos aos segredos das suas palavras e traços.
Foi assim que, ao longo de um mês, procurámos deslumbrar-nos na linguagem dos Escritores e nos traços dos Desenhadores que, nos trabalhos a concurso, ofereceram-nos perpectivas, diferentes e variadas, sob o signo do Conto, do Poema, da Banda Desenhada.
Foi um crescendo de descoberta. Foi a renovação do sentido uno e primeiro da Língua Mãe que, este ano, se transformou num uníssono canto, ao premiar
"Pastoreio", de José Ribeiro Marto, 1º Prémio, Poesia
"A Cabra", de Ana Mendes, menção honrosa, Conto,
"Fénix", de Cristina Néry, menção honrosa, Poesia,
"Errar", de José Ribeiro Marto, menção honrosa, Poesia, e,
"Primeira Comunhão", de Júlia Guarda Ribeiro, menção honrosa, Conto.
Cantaram os Poetas e os Prosadores.
Solitários.
Solitários, porque a escrita é um acto sofrido em solidão transformada em verdade, todavia, não absoluta, tecida nas malhas da palavra.
E enquanto o Júri deliberava ( ouso confessar-vos ) fui lendo, aqui e ali, algumas passagens dos trabalhos a concurso...
Em "Pastoreio" abracei Pessoa. Em "Primeira Comunhão" reencontrei a força da palavra/mulher, e, em "Fénix" e "A Cabra", duas linguagens completamente diferentes ( prosa/poesia ), vi-me deliciosamente presa à subtil ironia de Ana Mendes e à maturidade poética da jovem Cristina Néry...
Não quero maçar-vos.
Muito menos, repetir-me.
Permitam-me, no entanto, que, brincando com Herberto Hélder, homenageie todos os Criadores - Poetas e Prosadores - a quem chamo Amigos e que enlouqueceram, completamente, quando ousaram iniciar-se em Verbo, de olhos abertos ao infinito, com as palavras a arder na ponta dos dedos.
São senhores de um talento doloroso e obscuro, com o qual, diariamente, constroem um lugar de silêncio e de paixão -
A Escrita.
Júlia Guarda Ribeiro, ( na mesa ao centro ) lendo "Primeira Comunhão"...
publicado por prémio litterarius
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